La Casita
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Mulher de 25 anos que atropelou homem de 62 anos vai responder em liberdade por homicídio culposo

Quinta 11/01/2018 - Aislan Henrique
Fotos: Aislan Henrique
Mulher  de 25 anos que atropelou homem de 62 anos vai responder em liberdade por homicídio culposo

A mulher que estava na condução do carro que atropelou e arrastou um homem por 2 km, vai responder pelo crime de trânsito em liberdade, já que o delegado entendeu que não houve a intenção de matar.

De acordo com o delegado, a mulher foi na delegacia juntamente com o sogro e narrou os fatos ocorridos na noite daquele sábado (06/01). A jovem de 25 anos disse em seu depoimento que saiu de casa juntamente com o marido e foram até o shopping com amigos, ficando no local até por volta de 22 horas.

De lá eles foram para um bar ficando até por volta das 23 horas. Quando o casal retornava para casa, passando pela Rua Manoel Dias aconteceu o atropelamento e o arrastamento do corpo da vítima.

Para o delegado ela ainda disse que não observou que havia atropelado alguém, contando também que chovia no momento e que ela ainda usa óculos e no dia não estava usando. O som do carro estava ligado e os vidros do carro estavam fechados impedindo o casal de ouvir qualquer barulho externo. Sobre as faíscas causadas durante o atropelamento do ciclista ela não relatou nada.


Foi mostrado o vídeo para a condutora que confirmou que seria ela na condução do veículo. Ela alegou que não tinha conhecimento de ter atropelado ninguém. Os investigadores da Polícia Civil ouviram o dono do bar e foi constatado que eles tomaram um litro de coca e uma cerveja. Quando indagada pelo delegado, ela contou que não teria ingerido bebida alcoólica. No cruzamento da Rua Major Jerônimo com Rua Deoclaciano Mundim, no centro de Patos de Minas, a condutora sentiu um "baque" e seguiu para sua casa.

Por volta da meia noite ela foi para a roça de um parente e só ficou sabendo do fato quando os policiais foram até sua residência fazendo perguntas. O carro foi periciado e nele encontrado alguns vestígios, como cabelo e manchas vermelhas.

Após ter sido ouvida o delegado entendeu que se trata de homicídio culposo ou homicídio involuntário, quando uma pessoa mata outra, mas sem que tivesse esta intenção, nem aceitando os riscos que levem à morte da outra; pode ser por negligência, imperícia ou imprudência. Logo em seguida após a perícia o carro foi liberado.

 

No final da apresentação o perito Filipe Guelber também tirou algumas dúvidas da imprensa.

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